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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ECOAR 2017



De 25 a 28 de fevereiro de 2017, o Grupo de Assistência Espiritual Eurípedes Barsanulfo (GAEEB), localizado em Taguatinga (DF), realizará o 25º Encontro dos Caravaneiros, Obreiros, Amigos Reunidos (ECOAR), cujo tema será CRISTIANISMO PRIMITIVO, a ser abordado sob a luz e inspiração dos romances históricos do espírito Emmanuel, psicografados por Chico Xavier: Há dois mil anos; 50 anos depois; Paulo e Estêvão; e Ave, Cristo.

Na abertura, haverá palestra lítero-musical coordenada por Haroldo Eleotério (FEDF). No segundo dia, Samuel Nunes Magalhães fará exposição a respeito de episódios dos primeiros tempos do cristianismo. Ao longo da programação, o pesquisador da FEB Jorge Brito trará informações e materiais raros sobre a temática. O evento contará ainda com atividades artísticas, exposições e cine-debate.
Em breve, a programação completa estará disponível por aqui.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Culto Doméstico


Em Os Mensageiros, no capítulo homônimo ao do título deste artigo, encontramos D. Isabel, viúva e mãe muito devotada, em reunião com seus três filhos, para a realização do Culto no Lar.

A reunião inicia-se com a prece da pequena Neli (9 anos).

A presença de trabalhadores invisíveis não se fez esperar.

Cumpre acrescentar que aquele lar representava uma das Oficinas da colônia espiritual de Nosso Lar na cidade do Rio de Janeiro.

Joaninha, a filha mais velha, fez a primeira leitura, com base em obra doutrinária. Em seguida, leu notícia de um episódio triste, do noticiário comum, relativo a um suicídio.

Vencida essa etapa, D. Isabel abre o Novo Testamento, lendo o capítulo 13, versículo 31, do Evangelho de São Mateus: “Outra parábola lhes propôs, dizendo: - O Reino dos Céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem tomou e semeou no seu campo.”

A breve lição encerrava ensinamento profundo. Inspirada pelo amigo espiritual Fábio Aleto, D. Isabel realiza a interpretação espiritual da passagem lida.

Primeiro, a matriarca elucida o caso da jovem suicida, destacando que “ninguém comete erros por amar verdadeiramente”. Sua entrega a paixões que rebaixam os sentimentos foi a causa de sua partida precoce. Pelo exemplo, D. Isabel ensina a seus filhos a ajudarem a jovem desencarnada: “Lembremos, todavia, essa amiga desconhecida, com um pensamento de simpatia fraternal. Que Jesus a proteja nos caminhos novos. Não estamos examinando um ato, que ao Senhor compete julgar, mas um fato, de cuja expressão devemos extrair o ensinamento justo.”

Novas luzes são lançadas na interpretação do trecho evangélico. Deixaremos aqui para nossa reflexão nesse início de semana:

A mensagem evangélica desta noite assevera, pela palavra do nosso Divino Mestre aos discípulos, que o reino dos céus é também “semelhante ao grão de mostarda que o homem tomou e semeou no seu coração”. Devemos ver, neste passo, meus filhos, a lição das coisas mínimas. A esfera carnal onde vivemos está repleta de irreflexões de toda sorte. Raras criaturas começam a refletir seriamente na vida e nos deveres, antes do leito da morte física. Não devemos fixar o pensamento tão só nessa jovem que se suicidou em condições tão dramáticas, ao nos referirmos aos ensinos de agora. Há homens e mulheres, com maiores responsabilidades, em todos os bairros, que evidenciam paixões nefastas e destruidoras no campo dos sentimentos, dos negócios, das relações sociais. As mentes desequilibradas pela irreflexão permanecem, neste mundo, quase por toda a parte. É que nos temos descuidado das coisas pequeninas. Grande é o oceano, minúscula é a gota, mas o oceano não é senão a massa das gotas reunidas. Fala-nos o Mestre, em divino simbolismo, da semente de mostarda. Recordemos que o campo do nosso coração está cheio de ervas espinhosas, demorando, talvez, há muitos séculos, em terrível esterilidade. Naturalmente, não deveremos esperar colheitas milagrosas. É indispensável amanhar a terra e cuidar do plantio. A semente de mostarda, a que se refere Jesus, constitui o gesto, a palavra, o pensamento da criatura.
[...]
Toda vez que ‘pegarmos’ desses grãos, consoante a Palavra Divina, semeando-os no campo íntimo, receberemos do Senhor todo o auxilio necessário. Conceder-nos-á a chuva das bênçãos, o sol do amor eterno, a vitalidade sublime da esfera superior. Nossa semeadura crescerá e, em breve tempo, atingiremos elevadas edificações. Aprendamos, meus filhos, a ciência de começar, lembrando a bondade de Jesus a cada instante. O Mestre não nos desampara, segue-nos amorosamente, inspira-nos o coração. Tenhamos, sobretudo, confiança e alegria!”
ANDRÉ LUIZ (Espírito); CHICO XAVIER (Médium). Os Mensageiros. Rio de Janeiro: FEB, 1944. Cap. 35 – Culto Doméstico.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Perante a Arte


Colaborar na cristianização da arte, sempre que se lhe apresentar ocasião.

A arte deve ser o Belo criando o Bom.

Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.

O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.

Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.

Melhoria buscada, perfeição entrevista.

Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.

A arte enobrecida estende o poder do amor.

Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembleias a que se destinem.

A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.

“E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossossentimentos em Cristo Jesus.” — Paulo. (FILIPENSES, 4:7.)

ANDRÉ LUIZ (Espírito); CHICO XAVIER (Médium). Conduta espírita. Rio de Janeiro: FEB. [1960]


domingo, 30 de dezembro de 2012

Assuntos de tempo


Se você já sabe quão precioso é o valor do tempo, respeite o tempo dos outros para que as suas horas sejam respeitadas.

Recorde-se de que se você tem compromissos e obrigações com base no tempo, acontece o mesmo com as outras pessoas.

Ninguém evolui, nem prospera, nem melhora e nem se educa, enquanto não aprende a empregar o tempo com o devido proveito.

Seja breve em qualquer pedido.

Quem dispõe de tempo para conversar sem necessidade, pode claramente matricular-se em qualquer escola a fim de aperfeiçoar-se em conhecimento superior.

Trabalho no tempo dissolve o peso de quaisquer preocupações, mas tempo sem trabalho cria fardos de tédio, sempre difíceis de carregar.

Um tipo comum de verdadeira infelicidade é dispor de tempo para acreditar-se infeliz.

Se você aproveitar o tempo a fim de melhorar-se, o tempo aproveitará você para realizar maravilhas.

Observe quanto serviço se pode efetuar em meia hora.

Quem diz que o tempo traz apenas desilusões, é que não tem feito outra cousa senão iludir-se.

ANDRÉ LUIZ (Espírito); CHICO XAVIER (Médium). Sinal Verde. São Paulo: CEC.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Perante Jesus




Em todos os instantes, reconhecer-se na presença invisível de Jesus, que nos ampara nas obras do Bem Eterno.

Aceitou-nos o Cristo de Deus desde os primórdios da Terra.

Nos menores cometimentos, identificar a Vontade Superior, promovendo em toda parte a segurança e a felicidade das criaturas.

Cada coração humano é uma peça de luz potencial e Jesus é o Sublime Artífice.

Lembrar-se de que o Senhor trabalha por nós sem descanso.
Autor desconhecido.
Repouso indébito, deserção do dever.

Sem exclusão de hora ou local, precaver-se contra o reproche e a irreverência para com a Divina Orientação.

O acatamento é prece silenciosa.

Negar-se a interpretar o Eterno Amigo por vulgar revolucionário terreno.

Reconheçamo-lo como a Luz do Mundo.

Renunciar às comemorações natalinas que traduzam excessos de qualquer ordem, preferindo a alegria da ajuda fraterna aos irmãos menos felizes, como louvor ideal ao Sublime Natalício.

Os verdadeiros amigos do Cristo reverenciam-no em Espírito.

Identificar a posição que lhe cabe em relação a Jesus, o Emissário de Deus, evitando confrontos inaceitáveis.

O homem que exige seja o Cristo igual a ele, pretende, vaidosamente, nivelar-se com o Cristo.

Em todas as circunstâncias, eleger, no Senhor Jesus, o Mestre invariável de cada dia.

Somos o rebanho, Jesus é o Divino Pastor.


“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens” — Paulo. (COLOSSENSES, 3:23.)

ANDRÉ LUIZ (Espírito); CHICO XAVIER (Médium). Conduta espírita. Rio de Janeiro: FEB. [1960]