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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Ecoar as bem-aventuranças...




Nessa terça-feira (21.02), chegou ao fim mais uma edição do ECOAR.

A tarde de programação teve momentos marcantes.

Começamos com a palestra “Lei de causa e efeito em um mundo de transição”, proferida por Nélio Furtado (GAEEB). De maneira objetiva, o palestrante explicou detalhes contidos em obras espíritas sobre a transição planetária, recuperando, inclusive, fatos históricos que indicam o processo de transformação (como o tsunami no sudeste asiático em 2004).

Herlen Lima, poeta e declamador, ilustrou nosso evento com poemas de Augusto dos Anjos e outros de sua própria autoria. Herlen divulgou sua obra “Poemas e flores” (2010).

Na volta do intervalo, Eurípedes Barbosa (GAEEB) trabalhou em sua exposição o tema “Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos”. Para tratar dessa bem-aventurança, contextualizou-a com as demais anunciadas pelo Cristo. Todas elas, sem dúvida, indicam o caminho para a pacificação.  

A palestra interativa de Eurípedes contou com a participação do personagem “Dr. Egoberto D’Orgulho”, vivenciado pelo ator e palestrante Lélis Dourado (GAEEB). Além de proporcionar boas risadas, esse caravaneiro complementou a exposição sobre as bem-aventuranças com a abordagem de “Autodescobrimento: estratégias para a transformação interior.” De maneira breve, conduziu o público para o “ser desperto, ser consciente, ser feliz”, abordando aspectos da consciência e da meditação.

Apesar de alguns problemas técnicos, o vídeo do Recordar (RECOAR) é viver cativou a todos os espectadores. Melchisedeck A. Campos, presidente do GAEEB, comentou as imagens relativas à visita de companheiros do Grupo à cidade mineira de Sacramento, terra natal de Eurípedes Barsanulfo. Dessa mesma excursão, bastante emocionado, destacou o diálogo com Chico Xavier, em Uberaba-MG,  a respeito do patrono espiritual do GAEEB: 



A dinâmica de interação preparada pela Comissão Organizadora movimentou os participantes. Mais de 10 estiveram no palco para respoderem a desafios mnemônicos relacionados a fatos do ECOAR 2012. As crianças sorteadas deram um show juntamente com seus pais.

Por fim, a Comissão Organizadora agradeceu a todos os trabalhadores pelo empenho na realização do evento, bem como aos participantes por darem sentido às atividades realizadas. Que possamos em 2013 vivenciar novos momentos de paz espiritual no Carnaval!

A avaliação do ECOAR 2012 pode ser realizada no seguinte formulário eletrônico: https://spreadsheets0.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHNkcEZmVjFLUkdPR3JpcjExOGNUYWc6MQ

De antemão, agradecemos as sugestões e críticas.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A poetisa da Transição


MARIA DOLORES (BA 1900 – 1959)

Lecionou em educandários de Salvador e foi poetisa de versos admiráveis. Na imprensa, escrevia sobre os direitos humanos e o sofrimento dos menos felizes. Organizou o grupo As mensageiras do bem, com o intuito de ajudar aos mais necessitados, doando roupas, remédios, enxovais. Voltou ao mundo espiritual vitimada pela pneumonia. Por meio de Chico Xavier, esse espírito transmitiu vários poemas. (Jornal ECOAR, Suplemento, n. 1, março de 2011)

Maria Dolores escreveu versos sobre o tema do ECOAR 2012. Sintam o poema:

TRANSIÇÃO

O mundo, em múltiplas crises
Por muito apoio arrecade,
É um barco na tempestade
Sob vasta escuridão...
A bordo, somente a fé
Não se alarma e nada teme,
Sabendo Jesus no leme,
Conduzindo a embarcação.

Entre os viajores ansiosos
Surgem cruéis desavenças.
Discutem pessoas tensas
Quanto as rotas por buscar...
Amigos ferem amigos,
Ignoram-se parentes,
Todos parecem doentes
Sem coragem de esperar.

Coriscos – sinistras luzes –
Rasgam a hora sombria,
Ruge, em torno, a ventania,
Fazem-se os homens pigmeus.
Não há quem pense nos outros,
A multidão se atropela,
Clamando por bagatela.
Ninguém pergunta por Deus.

Assim é a Terra de hoje,
Em transição desmedida.
É a vida mudando a vida,
Buscando equilíbrio e paz...
Sofres as farpas da sombra
Em tua própria vivência;
Usa a luz da paciência;
Com essa luz, vencerás.

(Psicografia de Chico Xavier. In: Assembléia de Luz. São Paulo: GEEM, 1988.)

P.S.: Agradecemos ao nosso companheiro e pesquisador Jorge Brito por haver encontrado esta pérola poética. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre...


Conhecida como Palingenesia entre os povos da Antiguidade e ora denominada Metensomatose pelos modernos investigadores, a reencarnação significa o retornar do espírito ao corpo tantas vezes quantas se tornem necessárias para o autoburilamento, libertando-se das paixões e adquirindo experiências superiores, sublimando as expressões do instinto ao tempo em que desenvolve a inteligência e penetra nas potencialidades transcendentes da intuição. É o renascimento no corpo físico.
Joanna de Ângelis
A reencarnação é a mais excelente demonstração da Justiça Divina, em relação aos infratores das Leis, na trajetória humana, facultando-lhes a oportunidade de ressarcirem numa os erros cometidos nas existências transatas.
A evolução é impositivo da Lei de Deus, incessante, inquestionável. Nessa Lei não existe o repouso, o letargo das forças, a inércia. Por toda parte e sempre o impositivo da evolução, o imperativo do progresso.
Desde a mais débil expressão anímica que a vida, dormente, sonha e espera, até a angelitude em que fomenta e frui a felicidade e o amor, o progresso se faz imperioso. O estacionamento, a parada, representaria o caos.
Ininterruptamente as conquistas que se acumulam, jazendo, às vezes, embrionárias ou adormentadas, num ciclo carnal, se desenvolvem noutro; ou, quando entorpecidas transitoriamente na investidura somática, se desdobram, valiosas, além da constrição celular.
A reencarnação enseja, mediante processo racional, a depuração do espírito que evolve, contribuindo simultaneamente para o aperfeiçoamento e a sutilidade da própria organização física, nos milênios contínuos da evolução.
Aceita logicamente por uns e anatematizada por outros, dentre os mais eminentes religiosos e pensadores da Humanidade, tem as suas bases assentes nos impositivos da Sabedoria de Nosso Pai que tudo estabeleceu em diretrizes consentâneas com as necessidades da Sua Obra.
Estruturada em princípios igualitários a todos concedidos em circunstâncias equivalentes, estatui como base o amor e esparze a misericórdia, em convites de excelsa probidade, para os náufragos das realizações malogradas, que têm necessidade de recomeço para avançarem na direção do êxito que a todos nos aguarda. [...]
Joanna de Ângelis. Renascer. In:_____. Estudos espíritas. Psicografia de Divaldo Franco.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Atitudes de Evolução


Agradeça a Deus a bênção da vida, pela manhã. Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades.
Levante-se com calma.
Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum.
Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem.
Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe.

André Luiz. Sinal Verde. Psicografia de Chico Xavier. Cap. 1 - Ao Levantar-se.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Poeta Herlen Lima: A Era Nova


Em meio à escravidão no antigo Egito,
Surge um enviado do “Deus Divino”
Era Móises, o grande legislador,
Que veio mudar o destino dos hebreus sofridos,
E revelar também aos povos pagãos
A existência de um deus único;
“O destruidor dos iníquios”...
Séculos depois,
Na Jerusalém desolada pela guerra,
Termina a grande espera.
Contempla-se a Jesus;
Que fora previsto pelos profetas,
Como o libertador da prometida Terra...
Ele tinha um amor infinito,
Mas foi desprezado pelos seus
Sendo levado à cruz do martírio,
Aonde se sacrificou;
Em favor de seus amigos,
Em favor da eterna mensagem,
Do Evangelho divino,
Que prometia a vinda do consolador,
O cristianismo redivivo!...
O Cristo estava a par da situação,
Pois na França da grande Revolução
Veio o mestre Allan Kardec,
Trazer-nos grata revelação;
Foi em Paris a 18 de abril de 1857
Que raiou no velho mundo,
O alvorecer de uma era celeste...
Era o Livro dos Espíritos!
Que descia do espaço,
Das esferas do Cordeiro amado
Para conceder aos Homens a grande viagem,
Rumo aos ideais mais elevados
Com bases na razão e na caridade!

[Herlen Marinho de Lima. Poemas e flores. Brasília: Otimismo, 2010.]

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Kardec e os sinais dos tempos


1. São chegados os tempos, dizem-nos de todas as partes, marcados por Deus, em que grandes acontecimentos se vão dar para regeneração da Humanidade. Em que sentido se devem entender essas palavras proféticas? Para os incrédulos, nenhuma importância têm; aos seus olhos, nada mais exprimem que uma crença pueril, sem fundamento. Para a maioria dos crentes, elas apresentam qualquer coisa de místico e de sobrenatural, parecendo-lhes prenunciadoras da subversão das leis da Natureza. São igualmente errôneas ambas essas interpretações; a primeira, porque envolve uma negação da Providência; a segunda, porque tais palavras não anunciam a perturbação das leis da Natureza, mas o cumprimento dessas leis.

2. Tudo na criação é harmonia; tudo revela uma previdência que não se desmente, nem nas menores, nem nas maiores coisas. Temos, pois, que afastar, desde logo, toda idéia de capricho, por inconciliável com a sabedoria divina. Em segundo lugar, se a nossa época esta designada para a realização de certas coisas, é que estas têm uma razão de ser na marcha do conjunto.

Isto posto, diremos que o nosso globo, como tudo o que existe, esta submetido à lei do progresso. Ele progride, fisicamente, pela transformação dos elementos que o compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados e desencarnados que o povoam. Ambos esses progressos se realizam paralelamente, porquanto o melhoramento da habitação guarda relação com o do habitante. Fisicamente, o globo terráqueo há experimentado transformações que a Ciência tem comprovado e que o tornaram sucessivamente habitável por seres cada vez mais aperfeiçoados. Moralmente, a Humanidade progride pelo desenvolvimento da inteligência, do senso moral e do abrandamento dos costumes. Ao mesmo tempo que o melhoramento do globo se opera sob a ação das forças materiais, os homens para isso concorrem pelos esforços de sua inteligência. Saneiam as regiões insalubres, tornam mais fáceis as comunicações e mais produtiva a terra.

De duas maneiras se executa esse duplo progresso: uma, lenta, gradual e insensível; a outra, caracterizada por mudanças bruscas, a cada uma das quais corresponde um movimento ascensional mais rápido, que assinala, mediante impressões bem acentuadas, os períodos progressivos da Humanidade. Esses movimentos, subordinados, quanto às particularidades, ao livre-arbítrio dos homens, são, de certo modo, fatais em seu conjunto, porque estão sujeitos a leis, como os que se verificam na germinação, no crescimento e na maturidade das plantas. Por isso é que o movimento progressivo se efetua, às vezes, de modo parcial, isto é, limitado a uma raça ou a uma nação, doutras vezes, de modo geral.

O progresso da Humanidade se cumpre, pois, em virtude de uma lei. Ora, como todas as leis da Natureza são obra eterna da sabedoria e da presciência divinas, tudo o que é efeito dessas leis resulta da vontade de Deus, não de uma vontade acidental e caprichosa, mas de uma vontade imutável. Quando, por conseguinte, a Humanidade está madura para subir um degrau, pode dizer-se que são chegados os tempos marcados por Deus, como se pode dizer também que, em tal estação, eles chegam para a maturação dos frutos e sua colheita. [...]

Consulte o original em: ALLAN KARDEC. Sinais dos tempos. In: _____. A gênese. Cap. XVIII – Os tempos são chegados. Tradução de Guillon Ribeiro.  Rio de Janeiro: FEB, [s.d.].

sábado, 21 de janeiro de 2012

Trava-se a Grande Batalha


Meus filhos:

Permaneça conosco a paz do Senhor!

Vivemos o abençoado momento das definições no mundo, quando o planeta de provas e expiações, estertorando, transita para o mundo de regeneração.

Convulsões internas e desafios externos acumulam-se em toda parte.

As dores acerbas convidam as criaturas humanas, ricas de ciência e de tecnologia, às provas de amor, às reflexões profundas em torno dos objetivos essenciais da existência humana.

Anunciadas desde os dias gloriosos do Senhor entre nós, cantando as grandezas do Seu Evangelho, tornam-se realidade neste período, quando os cristãos novos são convocados às definições exaradas na Sua palavra libertadora.

É compreensível que o fato aflitivo conduza os sentimentos, algo estiolados, ao desespero, por falta de resistência moral de alguns dos encarregados da preparação da Era Nova. Nada obstante, é em momento desta natureza, que se podem avaliar os legítimos valores do caráter, da personalidade do ser interior.

O Espiritismo veio para, no momento grave das dores, consolar as almas aturdidas. Não somente, porém, para enxugar-lhes o pranto e o suor, mas principalmente para apontar-lhes a via de segurança para alcançar o objetivo libertador.

Quando o Mestre prometeu o Paracleto, asseverou que ele enxugaria as lágrimas. Entretanto, traçaria roteiros novos e apresentaria formulações desconhecidas, repetindo as lições originais, e Allan Kardec, o vaso escolhido, desincumbiu-se da nobre tarefa coroado pelo sacrifício, pela abnegação e pela entrega total.

Passaram-se mais de 150 anos desde as primeiras clarinadas de luz, e nesse período surgiram as dificuldades, os problemas humanos somados às necessidades da evolução ante o programa de iluminação de consciências.

Tendes compreendido que se torna necessária a entrega pessoal com todo amor ao trabalho de dignificação humana.

Já demonstrastes a fidelidade possível ao labor designado pelo Mestre incomparável…

Conduzindo a Terra aos sublimes páramos, permaneceis conscientes das responsabilidades que vos dizem respeito, e vindes desincumbindo-vos do compromisso com a retidão possível e, portanto, indispensável.

Permaneceis fiéis, mesmo sob as chuvas de calhaus, de infâmias e de dificuldades que se transformam em tempestades ameaçadoras...

É necessário confiar, sem que o desânimo tome conta dos vossos ideais.

Jesus confia em nós na razão direta em que nos entregamos ao Seu comando.

Se, sob um aspecto, as dores apresentam-se mais terríveis do que antes, por outro lado, a claridade do Evangelho já oferece a alegria de proporcionar a antevisão dos porvindouros dias.

Mantende a chama da fraternidade acesa nos corações a qualquer preço da verdade e do entusiasmo, a fim de que os enfraquecidos na luta retemperem o ânimo e prossigam, mesmo que tenham os joelhos desconjuntados.

Reuniões como estas devem repetir-se amiúde, para que quaisquer problemas sejam equacionados por intermédio da comunhão fraternal e do direcionamento para o Bem.

É natural que, muitas vezes, surjam divergências opinativas que se não devem constituir motivo de dissensão pessoal.

Cada criatura tem uma percepção muito especial, que lhe corresponde ao nível de evolução, e é compreensível que não veja de maneira igual aquilo que outros conseguem observar.

Somente marchando de mãos dadas pela trilha segura do Evangelho de Jesus é que conseguireis conduzir o rebanho, ainda esparramado, na direção do Pastor.

Comprometestes-vos antes do berço realizar este labor de alta magnitude para o futuro da Humanidade. Deveis, portanto, executar o trabalho avançando com toda a dedicação possível, mesmo que, muitas vezes, apresenteis a alma dorida e os sentimentos despedaçados pela injúria, pela perseguição gratuita, pelos adversários da luz...

Apresentai-O, meus filhos da alma, em toda a Sua grandeza refletiva no vosso exemplo de abnegação e de amor.

Em dia não muito distante, desfraldando ainda a bandeira da paz, podereis sorrir observando o campo de batalha, não mais juncado de cadáveres sangrando, mas de Espíritos vitoriosos sobre as paixões dissolventes, cantando a glória da imortalidade.

Que o Senhor de bênçãos vos abençoe a todos, são os votos do servidor humílimo e paternal e dos Mentores do trabalho em execução nos diferentes países que constituem o Conselho Espírita Internacional!

Muita paz, meus filhos, com todo o carinho do amigo de sempre,

Bezerra

(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 28 de outubro de 2011, em Maia, Portugal, durante o encerramento da reunião da Coordenadoria do Conselho Espírita Internacional da Europa. Publicado originalmente em: REFORMADOR, dez. 2011, p. 35)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Tim e Vanessa: "Aurora"



Uma grande noite abate a Terra, que se abate.
Treva imensa, não sem estrelas...
Passados milênios, um abrasamento
tisna o horizonte clareando esperança.
Prenúncio milenar do amanhecer.


Bem-vinda, Aurora
A terra sofreu noites convulsivas
Verteu lágrimas, rangeu dentes
Mas gestou-se, majestou-se
No parto regenerativo deu-se à luz
Na Remissão

Bem-vinda, Aurora
O lobo pasta junto ao cordeiro
Crianças brincam com a serpente
E os anjos andarilham
Com os homens que volitam
No amor da Promissão

Bem-vinda, Alvorada
Artefazendo o belo bom
Entreflorindo olhar
A aliança homem-Deus
Já não é só arco-íris
É comunhão

Bem-vindo, dia
Bem-vinda, Luz
Bem-vindo, dia,
Bem-vinda, Luz
Bem-vinda, Aurora,
Bem-vinda, Luz
Bem-vinda, Alvorada 


Acesse o site dos artistas: http://www.timevanessa.com.br/

domingo, 15 de janeiro de 2012

Era de Luz (Alexandre Paredes)



É final, sinal de uma nova era que virá
Herdará a nossa Terra quem tiver no coração
A mansidão, o bem e o amor
Deixar para trás a dor e a ilusão
O último bonde vai passar
Levando quem não tiver em si
A Era de Regeneração


Da escuridão nasce uma estrela
É nossa Terra de amanhã
Deixa eu contar, não há nenhum segredo
Busca a luz quem quer a luz


Toda luz nasceu um dia em meio às trevas
Se hoje a dor parece mais forte
É porque espera de todos nós
A decisão de renovação
Plantar a semente viva do amor
Da tempestade nasce a flor
E sem alarde há de surgir
O bem a verdade, a paz e a luz


Da escuridão nasce uma estrela
É nossa Terra de amanhã
Deixa eu contar, não há nenhum segredo
Busca a luz quem quer a luz