Anote na Agenda:
- 9 de Fevereiro de 2013, sábado, às 19h30.
- Grupo de Assistência Espiritual Eurípedes Barsanulfo - GAEEB.Setor D sul, Área especial 18 – Taguatinga-DF. Auditório Raphael Thoms.
De 25 a 28 de fevereiro, no Grupo de Assistência Espiritual Eurípedes Barsanulfo (GAEEB), em Taguatinga-DF. Participe!
- 9 de Fevereiro de 2013, sábado, às 19h30.
- Grupo de Assistência Espiritual Eurípedes Barsanulfo - GAEEB.Setor D sul, Área especial 18 – Taguatinga-DF. Auditório Raphael Thoms.
A mensagem evangélica desta noite assevera, pela palavra do nosso Divino Mestre aos discípulos, que o reino dos céus é também “semelhante ao grão de mostarda que o homem tomou e semeou no seu coração”. Devemos ver, neste passo, meus filhos, a lição das coisas mínimas. A esfera carnal onde vivemos está repleta de irreflexões de toda sorte. Raras criaturas começam a refletir seriamente na vida e nos deveres, antes do leito da morte física. Não devemos fixar o pensamento tão só nessa jovem que se suicidou em condições tão dramáticas, ao nos referirmos aos ensinos de agora. Há homens e mulheres, com maiores responsabilidades, em todos os bairros, que evidenciam paixões nefastas e destruidoras no campo dos sentimentos, dos negócios, das relações sociais. As mentes desequilibradas pela irreflexão permanecem, neste mundo, quase por toda a parte. É que nos temos descuidado das coisas pequeninas. Grande é o oceano, minúscula é a gota, mas o oceano não é senão a massa das gotas reunidas. Fala-nos o Mestre, em divino simbolismo, da semente de mostarda. Recordemos que o campo do nosso coração está cheio de ervas espinhosas, demorando, talvez, há muitos séculos, em terrível esterilidade. Naturalmente, não deveremos esperar colheitas milagrosas. É indispensável amanhar a terra e cuidar do plantio. A semente de mostarda, a que se refere Jesus, constitui o gesto, a palavra, o pensamento da criatura.
[...]
Toda vez que ‘pegarmos’ desses grãos, consoante a Palavra Divina, semeando-os no campo íntimo, receberemos do Senhor todo o auxilio necessário. Conceder-nos-á a chuva das bênçãos, o sol do amor eterno, a vitalidade sublime da esfera superior. Nossa semeadura crescerá e, em breve tempo, atingiremos elevadas edificações. Aprendamos, meus filhos, a ciência de começar, lembrando a bondade de Jesus a cada instante. O Mestre não nos desampara, segue-nos amorosamente, inspira-nos o coração. Tenhamos, sobretudo, confiança e alegria!”ANDRÉ LUIZ (Espírito); CHICO XAVIER (Médium). Os Mensageiros. Rio de Janeiro: FEB, 1944. Cap. 35 – Culto Doméstico.
“[Instrutor Alexandre:] A primeira
instituição visível do Cristianismo foi o lar pobre de Simão Pedro, em
Cafarnaum. Uma das primeiras manifestações de Nosso Senhor, diante do povo, foi
a multiplicação das alegrias familiares, numa festa de núpcias em pleno
aconchego do lar. Muitas vezes visitou Jesus
as casas residenciais de pecadores confessos, acendendo novas luzes nos
corações. A última reunião com os
discípulos verificou-se no cenáculo doméstico. O primeiro núcleo de serviço cristão em Jerusalém foi ainda a moradia
simples de Pedro, então transformado em baluarte inexpugnável da nova fé.
Inegavelmente, todo templo de pedra, dignamente superintendido, funciona qual
farol no seio das sombras, indicando os caminhos retos aos navegantes do mundo,
mas não podemos esquecer que o movimento vital das idéias e realizações
baseia-se na igreja viva do espírito,
no coração do povo de Deus. Sem adesão do sentimento popular, na esfera da
crença vivida no âmago de cada um, qualquer manifestação religiosa reduz-se a
mero culto externo. Por isso mesmo. André, no futuro da Humanidade, os templos materiais do Cristianismo estarão
transformados em igrejas-escolas, igrejas-orfanatos, igrejas-hospitais, onde
não somente o sacerdote da fé veicule a palavra de interpretação, mas onde a criança encontre arrimo e
esclarecimento, o jovem a preparação
necessária para as realizações dignas do caráter e do sentimento, o doente o remédio salutar, o ignorante a luz, o velho o amparo e a esperança. O Espiritismo evangélico é também o grande restaurador das antigas igrejas
apostólicas, amorosas e trabalhadoras. Seus intérpretes fiéis serão auxiliares
preciosos na transformação dos parlamentos teológicos em academias de
espiritualidade, das catedrais de pedra em lares acolhedores de Jesus.”“E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossossentimentos em Cristo Jesus.” — Paulo. (FILIPENSES, 4:7.)
Ninguém evolui,
nem prospera, nem melhora e nem se educa, enquanto não aprende a empregar o
tempo com o devido proveito. Noto, contudo, que Emmanuel, desde fins de 1941, se dedica, afetuosamente, aos trabalhos de André Luiz. Por essa época, disse-me ele a propósito de “algumas autoridades espirituais” que estavam desejosas de algo lançar em nosso meio, com objetivos de despertamento. Falou-me que projetavam trazer-nos páginas que nos dessem a conhecer aspectos da vida que nos espera no “outro lado”, e, desde então, onde me concentrasse, via sempre aquele “cavalheiro espiritual”, que depois se revelou por André Luiz, ao lado de Emmanuel. Assim decorreram quase dois anos, antes do “Nosso Lar”. (p. 97)
Dentro de algum tempo, familiarizei-me com esse novo amigo. Participava de nossas preces, perdia tempo comigo, conversando. Contava-me histórias interessantes e muitas vezes relacionou recordações do Segundo Império, o que me faz acreditar tenha sido ele, André Luiz, também personalidade da época referida. Achava estranho o cuidado dele, o interesse e a estima; entretanto, decorrido algum tempo, disse-me Emmanuel que estava o companheiro treinando para se desincumbir de tarefa projetada e, de fato, em 1943, iniciava o trabalho com “Nosso Lar”. (p. 98)
Desde então, vejo que o esforço de Emmanuel e de outros amigos nossos concentrou-se nele, acreditando, intimamente, que André Luiz está representando um círculo talvez vasto de entidades superiores. Assim digo porque quando estava psicografando o “Missionários da Luz”, houve um dia em que o trabalho se interrompeu. Levou vários dias parado. Depois, informou-me Emmanuel, quando o trabalho teve reinício, que haviam sido realizadas algumas reuniões para o exame de certas teses que André Luiz deveria ou poderia apresentar ou não no livro. Em psicografando o capítulo Reencarnação, do mesmo trabalho, por mais de uma vez, vi Emmanuel e Bezerra de Menezes, associados ao autor, fiscalizando ou amparando o trabalho.” (p. 99)
[...] os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito mais, de ESPIRITUALIDADE.